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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Irís Rezende cotado para assumir vagas importantes no governo Dilma

Foi com a promessa de que vai destinar um pacote de cargos para acomodar os derrotados do PMDB nas últimas eleições que a presidente Dilma Rousseff (PT) conseguiu acalmar a bancada peemedebista da Câmara, revoltada com a perda de espaço para o PT e para os senadores do próprio partido. Quem está na lista dos “amparados” está o ex-governador da Paraíba, José Maranhão (PMDB), derrotado nas urnas em 2010.

Na quinta-feira, a presidente Dilma substituiu Carlos Nadalutti Filho por Flávio Decat na presidência de Furnas Centrais Elétricas. E ontem tirou do comando da Eletrobrás José Antonio Muniz, trocando-o por José da Costa Carvalho (conhecido como Costinha), que era da Cemig. Muniz é afilhado do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e seu substituto é da cota pessoal da presidente da República.

O preço que o PMDB estabeleceu para engolir os "sapos" Decat e Costinha foi pago em forma de promessa pelo ministro Antonio Palocci (Casa Civil). Ele garantiu, em nome da presidente Dilma, que pelo menos cinco peemedebistas ?de renome? derrotados pelas urnas vão para diretorias e vice-presidências de estatais que têm muito dinheiro para investimentos.

Quem encabeça a lista é o ex-deputado e ex-ministro da Integração Geddel Vieira Lima, que perdeu para o governador Jaques Wagner (PT) a disputa para o governo da Bahia. Outros, além de Maranhão, que serão acolhidos pelo governo Dilma serão os ex-governadores Iris Rezende (Goiás) e Orlando Pessutti (Paraná), além do ex-ministro das Comunicações Hélio Costa - que chegou a se insinuar como candidato à presidência de Furnas, desejo prontamente recusado pela presidente Dilma.

FONTE: http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20110205104918&cat=politica&keys=presidente-dilma-promete-acomodar-peemedebistas-derrotados-inclui-jose-maranhao-lista

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Marconi apresenta balanço do mês de janeiro

O governador Marconi Perillo (foto) apresentou na noite da última segunda-feira, dia 31, em cadeia estadual de rádio e TV, o balanço do primeiro mês de seu governo. Durante pronunciamento, falou sobre as primeiras medidas tomadas ao assumir a administração, a situação das contas do Estado e as metas a serem atingidas em todos os setores. “De forma incansável, trabalho desde o primeiro dia para colocar a casa em ordem e fazer um governo a serviço de todos os goianos”, explicou Marconi. O pronunciamento demonstra a intenção do Governo Estadual de manter contato com a sociedade, prestando contas do trabalho desenvolvido.

Sobre seu antecessor, Marconi mencionou que não é movido pelo ódio ou pelo sentimento de vingança, mas que tem a obrigação, como agente público, de mostrar aos goianos a real situação do Estado. “A administração anterior foi irresponsável. Em vez de pagar (o salário do mês) dezembro para mais de 100 mil funcionários públicos, desviou R$ 340 milhões da folha e preferiu beneficiar empreiteiras. Além do pagamento atrasado, o atual Governo herdou uma dívida com vencimento imediato de mais de R$ 640 milhões”, ressaltou. No total, a dívida atual do Estado é de R$ 2,15 bilhões.

No primeiro mês de administração o governador Marconi Perillo já quitou o salário atrasado de dezembro. A folha de janeiro foi liberada no dia 31 de janeiro. O restante será quitado no dia 14 deste mês, anunciou o secretário de Estado da Fazenda, Simão Cirineu. “Se Deus quiser logo ficaremos em dia com o funcionalismo, como fizemos no nosso primeiro Governo”, declarou o governador.

Segundo Marconi Perillo, a gestão anterior também não cumpriu as metas fiscais. O resultado é que o Estado recebeu pesadas multas. “Nos últimos dias, pagamos R$ 115 milhões em dívidas à União”, salientou.

Infraestrutura
A equipe de governo responsável pelo levantamento da infraestrutura do Estado relata que existem 5,8 mil quilômetros de rodovias estragadas. Na área da saúde a situação é precária, impondo sacrifícios à população. Professores e policiais estão desmotivados e sem condições adequadas de trabalho. “As dificuldades não me intimidam e não estou de braços cruzados. Já adotamos um conjunto de medidas duras para cortar despesas, evitar o desperdício e movimentar bem a máquina do Estado”, garantiu Marconi Perillo.

Reforma Administrativa
O conjunto de medidas citado pelo governador estão inseridas na reforma administrativa, já publicada no Diário Oficial do Estado de Goiás ainda em janeiro. “Cortamos 9 mil cargos, entre comissionados e temporários”, citou o governador. Para reforçar o Tesouro Estadual foi lançado o Programa Recuperar, que concede descontos nas multas, juros de mora e correção monetária para o pagamento do IPVA, ITCD e ICMS.

A meritoracia é outra ferramenta inserida na reforma para dar novo fôlego à administração pública de Goiás. A primeira seleção de gestores públicos, efetivos, por critérios de qualificação e eficiência funcional, já teve início. O edital está disponível no endereço www.goias.gov.br. Os contratos de gestão, com metas para a equipe de Governo, serão assinados nos próximos dias.

Celg
A Celg também está na pauta de prioridades do Governo do Estado. Logo no primeiro mês de trabalho o governador, acompanhado do presidente da estatal, José Eliton, apresentou o plano de recuperação da empresa ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. “Para este ano já pactuamos cerca de R$ 10 bilhões em investimentos privados. Temos uma agenda positiva e vamos organizar o Estado. Primeiro, colocar para funcionar o que já existe. Em seguida, obras e programas que vão transformar Goiás num polo de desenvolvimento nacional”, disse Marconi.

O governador encerrou o pronunciamento ressaltando que não vai governar sozinho. “Queremos e juntos vamos fazer o Governo da união de todos os goianos. Que Deus nos dê força e ilumine o nosso caminho”, finalizou.


COMENTÁRiO DO BLOGUEIRO: Será que o governador fará um levantamento mensal das suas atitudes? Seria bom se todos os políticos apresentassem um panorama sempre né?!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Chico Maia é presidente da Câmara dos Deputados

Em mais de três horas de votação, os deputados federais elegeram na noite desta terça-feira, 1°, o deputado petista Marco Maia (RS) para um mandato de dois anos como presidente da Câmara. Com o apoio da maioria esmagadora dos partidos que compõe a Casa, Maia derrotou os outros três postulantes com uma vantagem de 241 votos. Os deputados também confirmaram a chapa governista para a Mesa Diretora.

Além do candidato do PT, que totalizou 375 votos, concorriam à presidência da Câmara os deputados Sandro Mabel (PR-GO), com 106 votos, Chico Alencar (PSOL-RJ), com 16, e Jair Bolsonaro (PP-RJ), 9. Com a exceção de Alencar, que teve o apoio da bancada do PSOL, os outros dois se lançaram como candidatos avulsos, sem o apoio de seus próprios partidos, que fecharam acordo com o PT.

A votação confirma previsões de bastidor de aliados de Maia, que esperavam que o candidato do PT conseguisse cerca de 400 votos. Partidários de Mabel, por sua vez, mostraram mais otimismo do que comprovou a realidade, já que esperavam que os setores descontentes do governo descarregassem até 130 votos em sua candidatura.

A candidatura de Jair Bolsonaro, avulso do PP, foi considerada um 'protesto' do deputado contra a 'submissão' dos partidos ao governo do PT. Já Chico Alencar, cuja bancada têm apenas três deputados, surpreendeu, com 16 votos.

FONTE: http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=27509411
ESCRITO POR: André Mascarenhas e Eduardo Bresciani